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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PESCA E DESPORTOS SUBAQUÁTICOS |
REGRA DA PESCA EM TERRA FIRME
REGPTF
Art. 1º - DA ORGANIZAÇÃO E DIREÇÃO:
Todas provas de pesca
de arremesso de terra-firme, realizados no território Nacional Brasileiro,
dirigidas pela CBPDS e seus filiados deverão obedecer a presente REGRA DA
PESCA, se integrando: Campeonatos Nacionais, Regionais, Estaduais (que poderão
assim ser aproveitados pela CBPDS para seus estudos de ranking) ou Interclubes
- Internacional (excluídos os torneios abertos regidos pelo CTAPTF)
OBS: DEFINE-SE que a
CBPDS não autorizará a realização de provas interestaduais(abertas) ou
Internacionais no Brasil, que restrinjam ou discriminem de qualquer forma a
participação de Clubes brasileiros que estejam de posse de seus Alvarás
devidamente atualizados , os Regulamentos particulares sómente poderão definir
o número máximo de participantes , ficando sempre dentro desse limite reservado
um número mínimo de 05 (cinco) inscrições para Clubes que as solicitem através
da CBPDS dentro dos 07 (sete) dias imediatamente após a expedição do Alvará da
Confederação autorizando o evento. (*)
(*) Na OBS. do art. 1º , para
provas promovidas por clubes (com caracteristica interclubes de
beira-de-praia com pesca individual em boxes separados), o organizador poderá
limitar o numero máximo de clubes no certame, mas não pode limitar o numero
máximo de atletas que cada clube participante deseje inscrever. Nessas provas o
resultado inter-clubes advirá da somatória dos pontos oriundos dos 02 (dois)
até 05 (cinco) melhores atletas do Masculino, ou 02 (dois) até 03 (tres)
melhores atletas do Fem., Juv., Master ou Senior (Categorias incentivadas). Na
eventualidade de limitação de numero de clubes numa prova, deverá ser
assegurada a presença dos "Clubes do Ano" em numero não inferior a 05
(cinco) previsto no artigo 1º da REGPTF , entre eles devendo ser o primeiro da
reserva o do Estado promotor da prova.
Quando não houver
premiação para "Equipe Feminina , tendo esta categoria principal apenas no
Individual , desejando-se premiar um clube como Campeão Geral de Pesca, o
resultado advirá da soma da Equipe Masculina composta pela somatória dos
melhores conforme o número acima previsto com a melhor atleta Feminina de cada
clube.
Não poderá haver qualquer
forma de discriminação: Ex: na premiação entre as categorias oficiais devendo
os premios transitórios MASCULINO E FEMININO terem padronização de qualidade e
havendo-se criado um novo (Nome distinto) para o MASCULINO, obrigatóriamente
haverá um identico para o FEMININO. Caso seja apenas "1"
obrigatóriamente será atribuido a soma dos melhores atletas das categorias: Ex:
Prova de Equipes Masculina junto com prova individual Feminina, um transitório
deverá ser atribuido pela soma dos pontos dos atletas que constituem a Equipe
Masculina + a melhor do Feminino de cada Clube. Entenda-se que são consideradas
CATEGORIAS PRINCIPAIS o MASCULINO e FEMININO (adultos).
Art. 2º - DAS PROVAS:
As provas de pesca de
terra-firme de Arremesso serão realizadas em Praias, Costões, Plataformas,
Molhes e Instalações Portuárias de forma individual ou inter-equipes;
2.1) Os Campeonatos de
Pesca de Terra-Firme de Arremesso poderão ser realizadas livremente constando
de uma ou mais provas, com duração mínima de 04 (quatro) etapas de uma hora
cada prova, com um intervalo mínimo de 10 minutos entre cada uma das etapas que
constitui a prova, para rodízio, obrigatório;
2.2) O inicio da prova
e de cada etapa porventura existente, conforme previsto no Regulamento
Particular, e o término de cada etapa e da prova será efetuado com o sinal
sonoro ou visual previamente combinado. Ao ouvir o sinal o Atleta deverá
recolher imediatamente sua linha, tendo uma tolerancia de 02 (dois) minutos
para colocá-la a seco (e não sendo permitido novo arremesso após esse sinal).
Fica ressalvada a peça de maior porte (peso previamente convencionado no
Regulamento Particular) que dará ao seu captor uma tolerância de até 10 minutos
após o tiro para colocá-la a seco;
OBS: É opcional
admitir no Regulamento Particular um sinal extraordinário de alerta 05 (cinco)
minutos antes daquele que autoriza os arremessos inaugurais da prova e suas
etapas. Fazer arremessos após o tiro de final , dentro do tempo de tolerancia
de 02 (dois) minutos é infração passivel de desclassificação.
2.3) O Árbitro
convencionará na Reunião que antecede o início de cada prova o (s) sinal (ais)
sonoro (s) e visual (ais) que adotará para o início e final da prova e suas
etapas;
2.4)As provas poderão
ser variadas (todos os espécimens capturados serão válidos) ou Especializadas
(serão determinados os espécimens válidos). Nas provas variadas serão admitidas
exceções de espécimens a critério da Entidade Dirigente;
2.5) As provas de
Pesca de Arremesso previstas nesta regra serão exclusivamente "DE
FUNDO";
2.6) As provas poderão
ter o estilo de uma mão (o arremesso deverá ser realizado com apenas uma mão no
caniço) ou de duas mãos (o arremesso poderá ser executado com uma ou duas mãos
no caniço a critério do concorrente);
2.7) Somente o Árbitro
tem poder para suspender uma prova, por motivo de força maior e notadamente:
Mau tempo, Condição de pesca total ou parcialmente impraticável;
2.8) Uma vez anulada
ou suspensa uma prova por qualquer um dos motivos previstos nesta Regra, se
fixará nova data para realização de prova idêntica, ressalvada prova opcional
prevista em REGULAMENTO PARTICULAR;
2.9)De cada prova deve
ser preenchido o Relatório padronizado pela CBPDS para essa finalidade , pelo
Árbitro Oficial, obrigatoriamente contendo os elementos informativos exigidos
pela CBPDS. Nas provas exclusivamente Estaduais (campeonato e inter-clubes do
mesmo Estado) recomenda-se a utilização do mesmo formulário , para que a CBPDS
possa eventualmente aproveitar a informação para estabelecimento de rankings ,
o que não ocorrerá caso as informações não sejam padronizadas;
2.10) Na oportunidade
inaugural de cada Campeonato deverá ser realizada uma cerimônia cívica, com
Hino Nacional e hasteamento de bandeiras, seguido de Juramento de Honra dos
Atletas e Dirigentes. Sendo obrigatórias as bandeiras , das Entidades e Clubes
participantes portadas em varas de 3,50 m em todas as provas. A representação
cuja bandeira não estiver devidamente exposta, na reincidência no mesmo
Campeonato, será multada administrativamente em R$100,00 (cem reais) , taxa que
deverá ser recolhida na hora nas mão do Árbitro oficial que a encaminhará para
a Entidade dirigente em anexo à súmula com o registro da ocorrência. Esse
recolhimento prévio é imprescindível para que o Árbitro possa autorizar o
ingresso da representação na raia.
2.11)Se a prova for
suspensa pelo Árbitro depois de decorridas duas etapas, pelos motivos previstos
no artigo 2º, 2.7, será considerada válida;
Art. 3º - DOS CONCORRENTES, E EQUIPES:
Sempre que o
Campeonato tiver proclamação inter-equipes , as Equipes de Adultos Masculinas,
para efeito de pontuação, não podem ultrapassar o número de 05 (cinco) Atletas,
pontuando para a proclamação inter-equipes e, as Equipes Femininas, Juvenis,
Masters e
Seniors,
não podem ultrapassar o número de 03 (três Atletas), pontuando para a
proclamação inter-equipes.
Nos
Campeonatos com proclamação individual paralela a inter-equipes, admitir-se-á
um número ilimitado de inscrições até a data prevista no respectivo Regulamento
Particular, que definirá então a RESERVA TÉCNICA a ser adotada conforme exemplo
adiante.
Nos
Campeonatos com proclamação individual paralela a inter-equipes, os Atletas com
direito a cômputo de pontos para a proclamação inter-equipes, quando a Entidade
promotora optar pela pré-indicação, os Atletas que pontuarão deverão ser
indicados antecipadamente pelos Clubes/Federações, no prazo a ser estabelecido
no Regulamento Particular do Campeonato.
Os
Clubes/Federações, poderão trocar a indicação de Atletas de suas respectivas
Equipes; pois, quem marca pontos nos Campeonatos Inter-Equipes são os Clubes e
não os Atletas individualmente. A troca somente será admitida para provas distintas.
Inexistem reservas ou "carvões" pescando, pescam e marcam ponto os
Atletas escalados conforme o rol fornecido pelo Clube para cada prova.
EXEMPLO: Aplica-se
para a apuração interclubes a pontuação CBPDS correspondente ao número de
Clubes participantes no Campeonato ; ou seja, 07 Clubes = 7,0028 pts. por prova
. Para a proclamação individual geral pontuam todos à contar do número
estabelecido no Regulamento Particular como limite de inscrições no Campeonato
mais a previsão de vagas estabelecida ; assim , um Campeonato que se inicia com
50 Atletas por setor teria uma pontuação CBPDS hipoteticamente igual a 50,1275
mas, sendo permitidas inscrições no curso do Campeonato pelo respectivo
Regulamento Particular, esse deve prever o limite dessas inscrições para que se
possa estabelecer a correspondente pontuação CBPDS à partir da 1ª prova
(Exemplo, um Regulamento particular permitindo um crescimento de 20% = 10
Atletas , nas inscrições ao curso do Campeonato , definiria o equivalente a 50
Atletas = (50,1275) + 10 Atletas (20%) = TABELA CBPDS 60,1830 que será a
pontuação CBPDS dos setores à partir da primeira prova. Caso paralelamente se
estabeleça uma Seletiva em que se aproveitem provas do Campeonato , com prévia
definição de Atletas, a pontuação entre eles obedecerá ao principio
estabelecido acima para o interclubes; ou seja, a pontuação entre êles será
definida pelo número de Atletas pré-indicados (Ex: 17 Atletas = 17,0153). Caso
não sejam pré-indicados para seleção a pontuação será corrida (a mesma do individual
geral). Nos Campeonatos onde se admita a inscrição de Atletas no curso do
mesmo. Regula-se que todos os Clubes que inscrevam pelo menos 01 (um) Atleta em
determinada categoria do Campeonato, serão considerados participantes de todas.
Aquele Clube que não apresentar na prova de Campeonato pelo menos 01 (hum)
Atleta (que marcará ponto para o Clube na respectiva categoria) , na
proclamação interclubes fará "0" (zero) pontos nas demais categorias,
ressalvado o disposto no artigo 3.2.
ESCLARECIMENTO:
Com relação ao art. 3º ,
num Campeonato Estadual com aproveitamento dos pontos dos 05(M) ou 03(F-J-MT)
melhores atletas de cada Clube o procedimento é: 1º lugar - atribuir ao atleta
de maior pontuação a Tabela CBPDS correspondente ao número de Clubes estabelecido
= 10 Clubes, tab CBPDS = 10, 0055 / 0 último colocado que captura peixes tem a
pontuação correspondente , ou seja , um 8º lugar = 8,0036 / Se dai para baixo
todos "zeraram" ou algum Clube não teve atleta no setor a pontuação é
igual "O" (zero). - No Masculino somam-se as cinco pontuações
obtidas, Ex : 10,0055 + 8,0036 + 5,0015 + 3,0006 + "0" = 26,0112. /
Ao resultado somam-se os resultados das demais provas de Pesca desse Campeonato
e o Clube com pontuação maior é o Campeão - Não se converte prova-a-prova a
pontuação resultante da somatória dos cinco atletas definidos pela maior
pontuação original que só é válida para o individual entre todos. Dando-se
empate , decide-se na forma do art. 8º desta REGPTF.
3.1) Nas provas
inter-equipes cada Clube poderá ter um Capitão dentro da raia para orientar os
Atletas;
3.2) Opcionalmente , à
excessão dos Campeonatos Brasileiros , a Entidade promotora poderá optar por
organizar a(s) prova(s) do Campeonato em raia única definindo também em seu
Regulamento Particular se o Atleta poderá mudar ou não de setor e , se haverá
ou não indicação prévia dos Atletas que representarão cada Clube concorrente ,
ou se esses serão definidos pela melhor classificação individual em cada prova
, obtendo-se seguidamente o resultado interclubes através da soma da pontuação
dos melhores de cada categoria (Masculino / Feminino / Juvenil /
Master-Senior), por prova. Nos Campeonatos neste artigo admitidos, o
estabelecimento da "Reserva Técnica" também é opcional.
Art. 4º - DA RAIA DE COMPETIÇÃO:
Considera-se raia de
competição a área reservada para a competição, que deve ser privatizada sempre
que possível com a colocação de uma corda que a separe, de forma a que dentro
da mesma somente possam permanecer os Atletas, seus Capitães e as Autoridades escaladas
para a prova (Árbitro e seus Auxiliares / Fiscais);
4.1) A Entidade
organizadora deverá requisitar junto as autoridades policiais locais a devida
cobertura para segurança do evento, todavia alertando o comando do policiamento
de que na forma da Legislação Federal vigente os policiais somente intervirão e
entrarão na raia autorizados pelo Árbitro;
4.2) Nas provas de
característica individual e raia se dividirá em tantos lugares (boxes) quantos
sejam os concorrentes, numerados de forma visível, da esquerda para a direita
ou vice ou vice-versa de quem olha para o mar, sendo essa numeração
convencionada no Regulamento Particular;
4.3) Na montagem da
raia, de conformidade com as peculiaridades locais e condições de mar,
procurar-se-á, sempre que possivel, manter um espaço mínimo de 04 (quatro)
metros entre cada concorrente , sempre obedecendo o sistema prevista no art. 5º
e suas letras.
Art. 5º - DOS SORTEIOS DE LUGARES:
Os sorteios para
distribuição dos lugares de pesca devem ser efetuados nos locais onde as provas
se realizarão, já com raia demarcada, sendo promovido pelo Árbitro Oficial ,
sorteado pelo próprio atleta e assistido pelos Representantes dos
Clubes/Federações, isso nas provas exclusivamente individuais. Nas provas com
validade inter-equipes os sorteios serão feitos pelo respectivo Capitão de
Equipe ou Dirigente indicado pelo Clube, obedecendo a ordem estabelecida pelo
mesmo no rol que préviamente entregou à arbitragem. Sempre que a Organização
informar o local de inicio dos boxes e a respectiva metragem, o sorteio poderá
ser feito com antecipação;
5.1) Nas provas
inicialmente procede-se ao sorteio do saco dos boxes relativos aos distintos
setores, seguidamente efetua-se o sorteio individual por meio de cédulas, cada
uma delas contendo 04 (quatro) número correspondentes aos lugares dentro dos
diversos setores onde pescará o concorrente durante as quatro etapas que
constituem a prova, a saber:
EXEMPLO: Prova com 20 concorrentes (04 Clubes com equipes de 05
atletas = 05 setores de 05 atletas cada)
SETORES A - B - C - D - E
|
1º Etapa |
2º Etapa |
3º Etapa |
4º Etapa |
|
02 |
03 |
04 |
05 |
|
03 |
04 |
05 |
01 |
|
04 |
05 |
01 |
02 |
|
05 |
01 |
02 |
03 |
5 2) Sempre que
possivel, a arbitragem procurará direcionar o sorteio para que atletas de uma
mesma Federação/Clube não caiam em boxes seguidos;
Art. 6º - DA PONTUAÇÃO:
A Entidade
organizadora nas provas realizadas em água salgada terá opção de em seu
Regulamento Particular optar por uma das pontuações diretas abaixo:
- 03 pontos por peça,
mais 01 (um) ponto por cada 500 gramas ou fração do peso total;
- 02 pontos por peça,
mais 01 (um) ponto por cada 100 gramas ou fração do peso total;
- 200 pontos por peça,
mais 01(um) ponto por grama do peso total.
- 01 ponto por peça,
mais 01 (um) ponto por grama do peso total (sempre que se estabeleça o pêso
máximo por peça que melhor se adapte à micro-região, para efeito de redução do
"fator sorte").
6.1) PONTUAÇÃO PARA
PROCLAMAÇÃO INDIVIDUAL
Apurada a
pontuação direta de cada concorrente se atribuirá a ele a pontuação decorrente
da escala que abaixo se determina, doravante intitulada TABELA CBPDS e da
seguinte forma: Ao concorrente vencedor se atribuirão os pontos correspondentes
ao número que na ordem dos inteiros coincida com a quantidade teórica de
participantes, acrescido das decimais que lhes seguem. Aos concorrentes que
ocupem as posições seguintes se atribuirão da mesma forma a pontuação
subsequente. Para a última colocação é atribuída a pontuação 01,0001 sendo a
pontuação do penúltimo colocado 02,0003 e assim sucessivamente. O atleta que
participar ativamente de uma prova, observando todas as Normas e Regras
Desportivas e não pontuar, receberá a pontuação subseqüente ao último
participante que pontuou como prêmio por sua participação, compromisso com o
esporte e perseverança.
Comentário: Esse critério, ao longo
de uma competição como um campeonato desenvolvido em uma série de provas (de
pesca e/ou lançamento), premia de forma justa a todos aqueles que participam
ativamente, investem tempo e dinheiro (viagem, hospedagem, combustível, iscas,
materiais, etc,.) enfrentam intempéries e prestigiam as competições ao
contrário daqueles que simplesmente deixam de participar ficando no conforto de
suas casas e recebem a mesma pontuação 00,00000. Registra o esforço de um competidor
que participou de uma prova sem prejuízo aos demais que pontuaram.
100,505080,324060,183040,082020,0210
99,495079,316059,177039,078019,0190
98,485178,308158,171138,074118,0171
97,475377,300357,165337,070317,0153
96,465676,292656,159636,066616,0136
95,456075,285055,154035,063015,0120
94,446574,277554,148534,059514,0105
93,437173,270153,143133,056113,0091
92,427872,262852,137832,052812,0078
91,418671,255651,132631,049611,0066
90,409570,248550,127530,046510,0055
89,400569,241549,122529,043509,0045
88,391668,234648,117628,040608,0036
87,382867,227847,112827,037807,0028
86,374166,221146,108126,035106,0021
85,365565,214545,103525,032505,0015
84,357064,208044,099024,030004,0010
83,348663,201643,094623,027603,0006
82,340362,195342,090322,025302,0003
81,332161,189141,086121,023101,0001
A posição que cada
concorrente ocupar na (s) prova (a) dará os pontos cumulativos que determinarão
sua classificação;
6.2) PONTUAÇÃO PARA
PROCLAMAÇÃO INTER-EQUIPES
A) Nos Campeonatos com
proclamação sómente Inter-equipes, para determinar a Equipe vencedora de cada
prova ( CASO A OPÇÃO DO PROMOTOR SEJA PELA PRÉ-INDICAÇÃO DOS ATLETAS QUE
PONTUARÃO), se partirá do número que corresponda ao total de concorrentes
escalados e com direito a cômputo de pontos por setor e segundo o número de
Clubes inscritos no Campeonato/Torneio;
EXEMPLO: Inscritos 4
Federações/Clubes com Equipes de 5 Atletas cada uma dá um total de 04
concorrentes por setor, começando a classificação por 4,0010;
B) Para somar os
pontos que correspondem a cada Equipe segundo a classificação nos distintos
setores se somará a pontuação CBPDS obtida por cada um dos cinco Atletas que
constitui a equipe:
EXEMPLO: SETORES:
A = 1º
lugar................4,0010
B = 3º
lugar................2,0003
C = 1º
lugar................4,0010
D = 2º
lugar...............3,0006
E = 4º
lugar...............1,0001 TOTAL = 14,0040
C ) Nos Campeonatos
com proclamação individual, paralela a inter-equipes, a pontuação CBPDS para a
classificação inter-equipes será apurada conforme a letra "A" acima e
para a classificação individual, todos pontuarão.
EXEMPLO: Campeonato
com 17 atletas por setor , estando inscritos 07 Clubes com Equipes de 05
Atletas cada um (indicados antecipadamente) dá um total de 07 concorrentes para
o inter-clubes, por setor, começando a pontuação por 7,0028 para a
classificação inter-equipes e 17,0153 para o individual;
SETOR A:
|
ATLETA |
CLUBE |
ESCALADO PARA PONTUAR INTER-EQUIPES |
CLASSIFICAÇÃO |
CBPDS INDIVIDUAL |
CBPDS INTER EQUIPES |
|
|
NO SETOR |
PARA INTER-EQUIPES |
|||||
|
MARCOS |
BEIRA MAR |
|
1° |
|
17,0153 |
|
|
PAULO |
DA VARA |
SIM |
2° |
1° |
16,0136 |
7,0028 |
|
JOSÉ |
BEIRA MAR |
SIM |
3° |
2° |
15,0120 |
6,0021 |
|
MARIO |
COFECO |
SIM |
4° |
3° |
14,0105 |
5,0015 |
|
JOÃO |
CANIÇO DE |
|
5° |
|
13,0091 |
|
|
PEDRO |
GABRIELA |
SIM |
6° |
4° |
12,0078 |
4,0010 |
|
AUGUSTO |
VITÓRIA |
|
7° |
|
11,066 |
|
|
CÉSAR |
CANIÇO DE |
SIM |
8° |
5° |
10,0055 |
3,0006 |
|
AUGUSTO |
VITÓRIA |
SIM |
9° |
6° |
9,0045 |
2,0003 |
|
CÉSAR |
COFECO |
|
10° |
|
8,0036 |
|
|
LUIS |
BARRACUDA |
SIM |
11° |
7° |
7,0028 |
1,0001 |
|
LEO |
BARRACUDA |
|
12° |
|
6,0021 |
|
6.3 - Fica ressalvada
a opção prevista no artigo 3.2 , cuja apuração é feita atribuindo-se uma
pontuação direta para todos, da forma prevista e constante do artigo 6.1 desta
REGPTF.
Art. 7 - DAS PEÇAS:
Somente serão
computadas as peças que resultarem do recolhimento imediato da linha ao soar o
sinal de finalização de cada etapa ou da prova. Para essa finalidade o
concorrente disporá de até 02 (dois) minutos para colocar a peça em seco,
observando o art. 2.2 desta REGPTF;
7.1) As peças
capturadas terão validade ainda que apresentem o anzol enganchado por fora da
boca ou hajam sido mutiladas, ou ambas as coisas, todavia o peixe mutilado se
estiver sem a cabeça será computado apenas para efeito de "peso", não
lhe sendo atribuído ponto-peça. O pescador que tiver uma peça marcada por um
Fiscal ou pelo Árbitro com o corte da cauda, caso recolha depois disso ou já
tenha capturado uma peça mutilada sem a cauda deverá comunicar o fato a
autoridade desportiva para o devido registro , evitando-se assim mal entendidos
posteriores.
7.2) No caso de uma
peça ser capturada pela boca ou por fora da boca por mais de um pescador, será
separada pelo Árbitro, Auxiliar ou Fiscal, no ato, cortada a barbatana caudal e
colocada em saco separado. Ao final da prova os pontos correspondentes a essa
peça serão repartidos entre os dois captores;
7.3) Se uma peça for
capturada por mais de um pescador sendo um pela boca e outro por qualquer parte
do corpo, os pontos correspondentes, a essa peça serão integralmente daquele
que a capturou pela boca;
7.4) Peças capturadas
em chicotes arrebentados (linha partida) não serão válidos;
7.5) Nas provas variadas
de terra-firme em água salgada regidas por esta REGPTF, somente poderão ser
declaradas peças não válidas pelo "Regulamento Particular" , se assim
sugerirem os organizadores, à critério da CBPDS, mediante justificativa formal
que lhe deverá ser encaminhada junto com o pedido de alvará para a promoção da
prova, os peixes notóriamente conhecidos por sua toxicidade ou periculosidade
reconhecida pela CBPDS tais como: "Baiacus" (exceção do Arara -
Lagocephalus laevigatus), os Mangangás (Scorpaena plumieri plumieri),
as "Marias-da-Toca" (Gobiidae) e os " Macacos"(Bleniidae)
e assemelhados, devidamente identificados no Regulamento Particular, ficando
recomendado o livro "Peixes Marinhos do Brasil" de Marcelo Szpilman ,
como livro oficial de classificação da CBPDS e suas filiadas. Nas provas
variadas de água salgada os peixes habitualmente utilizados como "Iscas"
serão consideradas peças não válidas, sendo eles: SARDINHA VERDADEIRA /
MAROMBA, CAVALINHAS / BARRIGUDINHOS / FARNANGAIOS e MAMARREIS. A Sardinha
Cascuda / Lage, a Boca Larga / Manjuba serão consideradas peças válidas;
C) Poderão ser
realizadas provas onde o Regulamento Particular autorize expressamente o Baiacú-mirim
(Sphoeroides testudineus - pintadinho que ocorre junto às pedras) e o Baiacú-pinima
(Sphoeroides spengleri), observadas as devidas cautelas relativas ao consumo da
carne pela eventual toxicidade a exigir limpesa por experts.
E) As provas de
"água salgada" em que o tamanho mínimo dos espécimens ( ressalvado o
Carapicú -Eucinostomus gula), era limitado até o mínimo de 15 cm, , podem assim
continuar até ulterior decisão da CBPDS. Novas provas não mais poderão ter limitações
de tamanho minimo, ressalvando tamanhos maiores especificamente previstos em
Portarias do IBAMA que nesse caso devem ser anexadas ao regulamento Particular.
Art. 8º - DOS EMPATES:
Quando o Campeonato se
realiza com mais de uma prova e se dá empate absoluto em qualquer delas, o
ponto superior em disputa será atribuído as Equipes ou Concorrentes Individuais
empatados. Para atribuir os pontos subsequentes, se salteiam tantas posições
quantas poderiam ocupar as Equipes ou Concorrentes individuais empatados;
8.1) Na classificação
de uma prova ou no final global de um Campeonato, os empates se definirão na
seguinte ordem:
A.1 - Pela maior
quantidade de peças capturadas:
A.2 - Pelo maior peso
total de peças;
A.3 - Pela peça de
maior peso;
8.2) Não havendo desempate
na prova pelo critério acima dá-se o "empate" absoluto, procedendo-se
na forma do art.8º; e proceder-se-á ao "Sorteio", apenas para entrega
da premiação disponível subsequente
Art. 9º - DO MATERIAL
ESPORTIVO:
Nas provas de pesca de
arremesso, de fundo, em Água Salgada será, permitido o seguinte material:
9.1) VARAS, de
confecção livre, obrigatoriamente providas de molinete ou Carretilha, com
comprimento liberado;
9.2) CARRETILHAS OU
MOLINETES, livres desde que o sistema de arremesso e recolhimento seja
exclusivamente resultante do esforço físico do concorrente, excessão aberta
para os deficientes fisicos ;
9.3) LINHAS, livres
desde que de espessura nunca superior à 0,60 mm., admitindo-se tolerância de
mais dois centésimos de milímetro;
9.4) CHUMBADAS
(pesos), livres, desde que sejam de metal e não sejam utilizados artificios
para pesca de peixes reconhecidamente de superficie;
Exemplos: Tubos ,
chapinhas , moedas, etc.
9.5) ANZÓIS, livres,
desde que de uma só ponta e não mais de 2 (DOIS) no Caniço em uso, podendo ser
empatados com qualquer espécie de linha (menos metálica), desde que de
espessura não superior à 0,60 mm com a tolerância de mais dois centésimos de
milímetro;
9.6) ISCA, livres,
desde que mortas em in-natura, ressalvado o caso de fornecimento pela Entidade
Organizadora, caso em que será definida no Regulamento Particular;
A isca livre não
poderá ser cortada, admitindo-se o Camarão já descascado, sem cabeça , mas
inteiro. O pescado quando usado como isca, deverá estar filetado uma vez que é
proibido seu ingresso na raia inteiro (combinado com os artigos 10.02 e 10.22);
9.7) BICHEIROS E PUÇÁS,
livres obrigatoriamente utilizados pelo próprio concorrente nas provas
individuais e, nas Inter-Equipes podendo receber ajuda apenas de seu Capitão;
9.8) CALÃO (Espera,
Secretário, Fincador, Mesinha), livre e com a finalidade de portar: Caniço /
material diverso / Iscas;
9.9) SACA PEIXES,
livres, desde que utilizado pelo próprio concorrente;
9.10) ALICATES,
livres, desde que utilizados pelos próprios concorrentes;
9.11) MATERIAL DE
RESERVA, livre; o arranque é considerado como parte integrante da linha e pode
estar montado na linha com engates (Rabo-de-Porco e similares - Giradores - de
material metálico com tamanho ou forma livres) e grampo para Chumbada. Pode-se também
usar o sistema em que o chicote atado à linha do molinete ou carretilha sem os
anzóis;
9.12) CHICOTES,
livres, elaborados com linhas de qualquer natureza com espessura não superior à
0,60 mm. com tolerância de mais dois centésimos de milímetro, podendo os de
reserva estarem previamente montados com até os dois anzóis regulamentares: admitindo-se nos
mesmos chumbos corrediços , ou contas (com densidade maior que a da água), ou
pesos outros entre os engates;
9.13) PORTA PEIXES,
livres, podendo serem fixados ao Calão (espera), soltos ou atados ao corpo do
pescador ( aros, baldes e similares) ;
9.14) ILUMINAÇÃO,
livre nas provas onde se faça necessária;
9.15) FACAS E
TESOURAS, livres;
9.16) PORTA ISCAS,
livres;
9.17) PANOS, livres,
para limpeza das mãos ou para melhor segurar a peça;
9.18) LUVAS, livres;
9.19) MATERIAL NÃO
PREVISTO, deverá ser exibido ao Árbitro para que o mesmo autorize sua
utilização;
9.20) BALDE ou
assemelhado, obrigatório. OBS: O "ESPAÇO BALDE" , poderá ser
comercializado pela Entidade Dirigente no caso do Campeonato Brasileiro e
Estadual ou promotora da prova no caso dos demais torneios para nêle ser
afixado uma logomarca de patrocinador.
Art. 10 - DO
PROCEDIMENTO DO CONCORRENTE DURANTE A PROVA:
O concorrente deverá
ajustar seu equipamento dentro do preceituado na presente REGRA DA PESCA e ao
estipulado no Regulamento Particular do evento, que em nenhuma hipótese poderá
contrariar as presentes disposições;
10.1) O Concorrente
poderá utilizar apenas um material por vez em ação de pesca (Vara com molinete
ou carretilha montado com chicote, (rabicho / parada) com até 02 (dois) anzóis
iscados e chumbada. Podendo , ainda a seu critério , manter na reserva até duas
varas montadas e iscadas;
10.2) O concorrente
não poderá receber ajuda de espécie alguma ficando por conta da aptidão de cada
um seu desempenho, todavia, não se configura como ajuda o assessoramento verbal
do respectivo Capitão que pode fornecer ao seu Atleta implementos soltos como:
iscas (desde que não cortadas), anzóis montados, chumbos, linhas, varas,
grampos, molinetes ou carretilhas, etc.). H) Durante o desenrolar da prova
nenhuma concorrente poderá receber ajuda de estranhos a Equipe, ressalvado para ajudar
no transporte de equipamento no acesso e nas mudanças de box os deficientes
fisicos e jurisdicionados que por problema de saúde tiverem laudo médico
registrado junto a CBPDS por médico credenciado junto a Confederação
recomendando a medida;
OBS.: Onde existir a
isca "Marisco Branco" e "Sarnambi" (Moçambique) não será
permitido entrar na raia com os mesmos previamente cortados, ressalvados os
Campeonatos Nacionais.
10.3) É permitido ao
concorrente atuar de forma como melhor se acomode, mesmo sentado;
10.4) Deverão ser
definidos no Regulamento Particular pela Entidade dirigente da prova (CBPDS /
Federação ou Clube) um dos seguintes critérios por ocasião do recolhimento da
peça :
A) CRITÉRIO 1 - Ao ser
retirado da água o peixe, o concorrente pode imediatamente lançar com outra
vara ou trocar o chicote da vara por outro e fazer o novo arremesso, para
imediatamente após retirar o(s) peixe(s) capturados no lance anterior do anzol
(tirando os ferrões que o(s) mesmo(s) porventura tenha(m) e sendo obrigado a
colocá-lo(s) imediatamente no seu balde (obrigatóriamente com água), para ao
final da etapa ensaca-lo(s) no SACO OFICIAL MODELO CBPDS, fechando-o, amarrando
com o cordel a boca desse saco todas as vezes que mudar de box e colocando o
respectivo lacre com a etiqueta ao final da última etapa. O saco ou o balde não
poderão estar em recipientes fixados ao corpo do concorrente. O peixe que for
encontrado fora desse saco ou ensacado intencionalmente com água quando o saco
do adotado for plástico comum será invalidado e apreendido pelo Árbitro. Sair
do box sem o saco amarrado com o cordel será motivo de invalidação dos peixes
da etapa não lacrada.
B) CRITÉRIO 2 - Nas
competições: Campeonato Brasileiro de Seleções e Campeonatos Brasileiros
Regionais, necessáriamente dirigidos pela CBPDS, a entidade organizadora,
fornecerá um balde devidamente identificado, para cada box de pesca para
utilização obrigatória pelos concorrentes, nas condições definidas acima. Ao
término de cada etapa o atleta imediatamente antes da troca de box depositará o
balde junto a bandeirola que marca seu box , mudando para o novo box após esse
procedimento , levando apenas seu saco oficial modelo CBPDS com a boca
devidamente fechada com o cordel que o mesmo possui.
10.5) Somente o
concorrente poderá colher a linha com a mão no caso de quebra do caniço ou
molinete (carretilha), o que deverá ser verificado pelo Árbitro, seu Auxiliar
ou Fiscal;
10.6) Ao concorrente é
vedado molestar os adversários com manobras intencionais de seu equipamento;
10.7) É proibida a
ingestão de bebidas alcoólicas durante o desenrolar da prova, ressalvadas
aquelas autorizadas pelo Árbitro em função da temperatura ambiental;
10.8) Os concorrentes
devem efetuar seus arremessos em linha perpendicular a raia. Se a linha passar
ao lugar vizinho por arremesso mal feito ou por efeito da correnteza, havendo
reclamação do concorrente ao lado, deverá ser recolhida imediatamente para novo
lance;
10.9) O concorrente
poderá passar ao lugar (es) vizinho (s) unicamente na ação de recolhimento de
peça capturada;
10.10) É proibido ao
concorrente entrar na água para fazer seu arremesso, salvo em praias de
característica especial, para as quais a Entidade organizadora preverá a forma
adequada no Regulamento Particular;
10.11) Fica proibido
retroceder de forma exagerada quando do recolhimento, da linha. Considera-se
exagerado ultrapassar a linha divisória do box quando sem peixe que o
justifique ou ultrapassar a linha demarcatória da raia;
10.12) É proibido
fazer arremessos com a mão;
10.13) Não é permitido
ao concorrente tirar o uniforme oficial (que não pode ser tipo calção de banho
ou maiô) ou parte dele durante o desenvolvimento da prova, sendo admissível que
apenas o calçado seja diferente entre os Atletas de um mesmo Clube. O boné é
considerado parte integrante do uniforme e deverá ser do modelo oficial da
Representação e igual para todos , podendo ser usado por todos ou por apenas
parte dos Atletas. Em nenhuma hipótese o árbitro permitirá o ingresso e (ou)
permanência na raia com boné distinto do oficial do Clube;
§ ÚNICO - Nas provas
de praia o concorrente poderá atuar descalço. Nas demais obrigatóriamente
deverá pescar calçado, admitindo-se nas de molhes o chinelo desde que o atleta justifique
sua necessidade de uso por problema fisico perante o Árbitro.
10.14) O
concorrente somente poderá sair de seu lugar após o término de cada etapa e
depois de ensacar e fechar com perfeição seu saco de pescado. Caso o saco de
pescado não esteja lacrado os peixes da etapa serão invalidados;
OBS: A
partir de 01/01/2005 passou a ser equipamento obrigatório para os atletas nos
CAMPEONATOS de todos os niveis o uso do BALDE e SACO OFICIAL mod.
CBPDS/NARCISO, identificado pela etiqueta com a logomarca da CBPDS. O saco de
pescado só pode receber um lacre, ( o final) não sendo mais obrigatório lacrar
a cada etapa. Neste artigo, entenda-se, a expressão "fechar com
perfeição" significa passar uma laçada do cordel do saco NARCISO/CBPDS de
forma a dificultar sua abertura na troca de box.
10.15) Na pesagem das
provas individuais é opcional a cada concorrente assistir a pesagem de suas
peças, na ausência não se aceitarão reclamações relativas a pesagem efetuada ou
extravio do saco modelo CBPDS do atleta que deveria solicitar sua devolução
imediatamente a pesagem de suas peças. Nas provas Inter-Equipes o respectivo
Capitão é o único a ter direito assegurado de assistir a pesagem e
pronunciar-se nessa oportunidade junto a Autoridade desportiva que a dirige;
10.16) O concorrente,
acumulando a função de Capitão, poderá com autorização do Árbitro, Auxiliar ou
Fiscal deslocar-se nos intervalos da prova, comunicando-se com os concorrentes
de sua Representação e entregando-lhes implementos soltos, os mesmos previstos
o nº 10.2 deste artigo;
10.17) O concorrente
não pode sair da raia ou do box sem autorização do Árbitro, nem ingressar na
mesma depois da prova iniciada sem apresentar-se ao Árbitro, para a devida
autorização;
10.18) É proibido
engodar, sendo considerado como tal cuspir dentro d'água qualquer coisa que
esteja mastigando, colocar iscas exageradas para a característica da prova em
apenas um dos anzóis, esmagar animais (Ex: Siris) e / ou iscas e deixá-los no
chão para serem levados pelas ondas ou realizar atos assemelhados que possam
levar o Árbitro considera-los como objetivando engodar. Cada Atleta / Equipe
deverá manter em seu box um "saco de lixo" onde deverá colocar:
latas, garrafas, embalagens diversas, residuos de Iscas e Peixes - Exemplo:
Cascas e cabeças de Camarão - Ferrões de Bagres , etc);
10.19) É proibido
adicionar qualquer produto às iscas com a finalidade de atrair os peixes;
10.20) É permitido
adicionar sal às iscas por ser um produto natural do mar, que não tem
característica atrativa; mas sim, serve para conservar e enrijecer a isca;
10.21) É permitido
amarrar a isca no anzol para fixá-la melhor com linha elástica ou não de
qualquer cor. Ressalvam-se as provas onde a sardinha é admitida como peça
válida (Ex: Rio Mampituba/RS) onde a linha se utilizada, obrigatóriamente será
de cor branca;
10.22) Nas provas é
proibido entrar na raia com a isca cortada, todavia, admite-se o camarão
descascado e o filé de peixe inteiro;
10.23) É permitido
manter de reserva anzóis iscados, inclusive montados nos chicotes de reserva
conectados às varas;
10.24) O Concorrente
deve ser discreto ao dirigir a palavra, responder ao chamamento de pessoas que
se encontrem fora da raia ou gesticular, para evitar que essas atitudes de
forma exagerada possam perturbar a concentração dos demais concorrentes;
10.25) Os
concorrentes, individualmente, no dia de realização de uma prova, após a
marcação da raia, ficam proibidos de fazer arremessos em direção à água, de
dentro da mesma, antes de seu sinal de inicio;
10.26) É proibido ao
concorrente pescar sem fazer o arremesso regulamentar, ou seja, atuar com
caniço como se estivesse pescando com uma "VARA CAIPIRA" (desprovida
de molinete ou carretilha).
10.27) Ao terminar a
prova o concorrente deverá jogar na água as iscas restantes que não desejar
utilizar, deixando o local onde atuou limpo , ficando sujeito a penalidade de
desclassificação se deixar restos (latas, plásticos, assemelhados) no local
onde atuou , esses devem ser recolhidos e levados para a lixeira mais próxima.
O atleta deve respeitar o meio-ambiente e não prejudicá-lo. Exemplo: quebrar
galhos de árvores locais.
10.28) É proibido ao
concorrente e dirigentes ou pessoas nótoriamente ligadas ao clube o uso de
radio-comunicadores dentro ou no campo visual da raia. Se o árbitro encontrar
um radio-comunicador em uso desclassificará sumáriamente o atleta/equipe
beneficiada. Celulares guardados na bolsa de material estão liberados e poderão
ser atendidos com a parcimonia necessária a um contato externo, mas se o
Árbitro formar convicção de uso indevido (assessoramento / capitania), poderá
aplicar a penalidade aqui prevista.
Art. 11 - DAS
ATRIBUIÇÕES DOS CAPITÃES:
Cada Representação
concorrente nas provas Inter-Equipes poderá designar um Capitão que representará
a Equipe durante e perante as Autoridades da prova. Esse Capitão é considerado
integrante da Equipe, fazendo jús em igualdade de condições ao mesmo título
conquistado, devendo ser jurisdicionado, devidamente cadastrado e apresentar-se
devidamente uniformizado. Ao ser designado fica implicitamente definido seu
pleno conhecimento desta REGRA DA PESCA e do Regulamento do evento;
11.1) Compete ao
Capitão a orientação dos Atletas de sua Equipe;
11.2) Compete ao
Capitão da Equipe, da forma prevista nesta Regra, representa-la por ocasião da
pesagem;
11.3) Compete ao
Capitão denunciar as Autoridades da prova irregularidades que verifique estar
ocorrendo para a devida correção;
11.4) É proibido ao
Capitão dirigir-se a Atletas de Equipes adversárias para não tirar-lhes a
concentração, podendo contudo conversar livremente com os demais Capitães e
pessoas que se encontrem fora da raia;
11.5) É proibido aos
Capitães mexer em qualquer equipamento de Atleta adversário ou saco de pescado
(inclusive de seu Atleta).
Art. 12 - DAS
ATRIBUIÇÕES DO ÁRBITRO:
O Árbitro Oficial terá
a seu cargo a direção da prova para qual foi escalado, tendo as seguintes
atribuições:
12.1) Obedecer as
normas regulamentares da CNA, cumprindo e fazendo serem cumpridas as normas
desta REGRA DA PESCA;
12.2) Elaborar,
imediatamente ao término da prova, o Relatório (Súmula) Oficial, relatando
minuciosamente suas observações e ocorrências havidas no evento e tomando os
procedimentos para consignação dos Recordes que lhe forem solicitados;
12.3) Proceder ao
sorteio;
12.4) Controlar e dar
os sinais de início , das etapas e fim da prova;
12.5) Aplicar
penalidade técnica prevista na TÁBUA DE PENALIDADES PARA INFRAÇÕES DAS NORMAS
DE COMPETIÇÕES ;
12.6) A Direção e a
arbitragem devem conferir as Carteiras de Identidade Nacional de Atleta emitida
pela CBPDS (modelo cartão dourado). A carteira será CONFERIDA devendo coincidir
com a categoria à qual pertença o(a) Atleta. Caso tenha ultrapassado os 18, os
50 anos ou os 65 anos, a carteira obrigatóriamente deve ser de "Principal"
, "Master" ou "Senior", ressalvada a hipótese de Atleta
ainda como Juvenil exercendo seu direito aquisitivo de participação em
Campeonato Brasileiro de Seleções ou de conclusão de Campeonato qual já vinha
participando e que atinja a idade limite dentro do prazo de até 45 dias antes
da conclusão do mesmo. A ausência da Carteira , ou sua categoria errada será
motivo de pagamento no ato à arbitragem de taxa no valor correspondente a
expedição de atualização ou de segunda-via da referida carteira (deverá no ato
preencher nova Ficha de Cadastramento que será enviada para a CBPDS com a taxa
anexa - nesse caso os Clubes do Ano não são isentos pois se trata de taxa por
infração de normativa). Sem a exibição da carteira, ou o comprovante do
recolhimento da taxa supra-referida na hora, a arbitragem não permitirá a
participação do concorrente e aplicar-lhe-a WO.
12.7) Antes do início
de cada prova o Árbitro deverá reunir os Concorrentes para prestar os
esclarecimentos técnicos especificos da prova em que vai atuar e que julgue
necessários;
12.8) O Árbitro (ou
seu Auxiliar) poderá revistar os concorrentes e seu equipamento à qualquer
tempo;
12.9) Em nenhuma
hipotese o Árbitro homologará a participação de um concorrente (Atleta ou
Equipe) numa prova do Calendário Nacional cuja ficha de inscrição emitida pela
CBPDS não esteja integralmente preenchida como exigido pela Confederação ,
notadamente com os nomes completos, identidades, endereços e em letra legivel.
As fichas de inscrição das provas , ficam retidas pelo Árbitro e devem ser
encaminhadas pelo mesmo à Federação Supervisora para encaminhamento no prazo à
CBPDS. Ressalvam-se as provas de direção direta da CBPDS;
Art. 13º - DAS
ATRIBUIÇÕES DO AUXILIAR DE ARBITRAGEM:
O Auxiliar deve ser um
desportista jurisdicionado de notória experiencia e reputação desportiva
ilibada, conhecedor da presente Regra da Pesca e, não poderão atuar como
Auxiliares de qualquer natureza, desportistas que tendo sido membros da CNA
tenham tido seu título de Árbitro cassado por descumprimento de normas ou
sofrido penalidades disciplinares por desrespeito às regras, tendo as seguintes
atribuições:
13.1) Verificar se a
Raia foi montada corretamente pelos organizadores da prova, antes do início da
prova, cientificando o Árbitro;
13.2) Assistir o
Árbitro no Sorteio dos lugares, fazendo as anotações necessárias;
13.3) Controlar e
anotar a quantidade, peso e pontos que correspondam as peças capturadas por
cada concorrente;
13.4) Fiscalizar
durante o desenrolar da prova o cumprimento da presente Regra e do seu
Regulamento Particular, dando ciência ao Árbitro das ocorrências testemunhadas
e providências tomadas;
13.5) Cumprir as
missões que lhe forem confiadas pelo Árbitro;
Art. 14º - DAS
ATRIBUIÇÕES DOS FISCAIS:
Os Fiscais, devem ser
desportistas jurisdicionados de notória experiência, indicados pelos Clubes
concorrentes ao Árbitro, que poderá aceitá-los ou não, devendo ser desportistas
jurisdicionados convidados diretamente pelo Árbitro, tendo como atribuições:
14.1) Controlar a
atuação individual dos concorrentes no cumprimento da presente Regra;
14.2) Comunicar ao
Árbitro da prova as infrações constatadas para que esse tome as providências
cabíveis;
14.3) Assistir o
Auxiliar do Árbitro na contagem e pesagem das peças capturadas, verificando
previamente se os sacos não estão rasgados e se estão devidamente lacrados,
para só então cortar os lacres e contando em voz alta os peixes proceder ao
serviço que lhe couber;
14.4) Cumprir as
missões que lhe forem confiadas pelo Árbitro.
Art. 15 - DISPOSIÇÕES
GERAIS:
15.1) É permitida a
utilização de abrigos de chuva ou agasalhos sobre o uniforme, desde que não
contenham propaganda não autorizada pela CBPDS;
OBS: Os
agasalhos não podem ser peças de uniformes de outros clubes ou de Seleções
Estaduais ou Brasileiras - Caso ao ser advertido por este uso indevido e não
tire a peça imediatamente o concorrente deve ser desclassificado da prova.
15.2) Os atletas
jurisdicionados que não estejam atuando na prova, ficam proibidos de entrar
dentro da raia ou pescar a menos de 100 metros de cada extremo da mesma;
15.3) É obrigatório
que a inscrição das provas contenham o nome completo e o número da CBPDS e do
IBAMA de cada concorrente;
15.4) É obrigatório
que as Súmulas contenham o nome integral de cada Atleta e sua Representação
(Clube ou Federação);
15.5) Entende-se como
implementos soltos todo o material previsto no artigo 9º desta Regra, incluindo
anzóis previamente empatados isolados ou em Porta-Anzóis;
15.6) Recomenda-se às Federações filiadas que na elaboração do Calendário de s